segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Um dia comum



Acho que hoje foi o meu primeiro dia comum em Boston, daqueles que faz parte da rotina de uma pessoa: acordar, fazer o café, comer correndo e sair mais correndo ainda, pois ainda não perdi a minha preguiça matinal.

São de 15 a 20 minutos andando até o terminal de trem/metrô. Hoje não estava muito a fim de levar o notebook, pois pretendia visitar o Aquário e carregar peso não estava nos meus plasnos. Mas, como estava esperando um e-mail de meia linha que mudaria coisas sobre a minha vida, acabei levando.

A aula acabou pontualmente ao meio-dia. Desci, comi um lanchinho, justifiquei ter levado meu note e fui ao Aquário, só que desisti quando vi o tamanho da fila para entrar. Acho que voltarei lá amanhã cedo.

domingo, 8 de agosto de 2010

Duck Tours e Skywalk Observatory




Hoje me rendi ao Boston duck tours, um tour pela cidade de Boston em um carro amfíbio. Confesso que o que mais me atraiu foi exatamente a possibilidade de fazer um passeio pelo rio Charlie, já que nunca resisto a esse tipo de passeio, pois a cidade mesmo, os pontos que vi eu já fiz ou ainda vou fazer à pé.



Depois, aproveitei para admirar Boston do alto, fui ao Skywalk Observatory, no Prudential Tower, um arranha-céu de 52 andares. Dá pra ver toda a cidade de Boston, os pontos turísticos, o aeroporto Logan, o rio Charles... enfim... maravilhoso.

sábado, 7 de agosto de 2010

Harvard




Para que não reste nenhuma dúvida sobre a minha vocação aos estudos, hoje fui conhecer Harvard. A mais antiga e famosa universidade dos Estados Unidos e, por consequencia, uma das mais famosas do mundo.



Como é de praxe a todo e qualquer visitante, lá fui eu passar minha mão no pé da estátua de de John Harvard, que dá o nome à universidade, só pra dar sorte!!!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Newton e a primeira turma

Hoje descobri duas coisas: Newton é tida como a quinta cidade mais segura no mundo - mas ainda assim fico desconfiada de andar à noite sozinha e tenho que dar uma pesquisada no Google, só por segurança (rs) - e que toda sexta-feira, na escola, como tem gente indo embora, temos que levar nossas câmeras fotográficas para registrar o evento. Assim como toda segunda-feira tem teste de inglês (era só eu ter pensado um pouco, pois toda segunda-feira chega novos alunos e para que não se perca nenhuma aula na semana, nada mais justo que achar algo que não prejudique ninguém).

Agora que me toquei, até agora não escrevi sobre a escola - rs.

Embassy School fica bem no centro de Boston, em uma rua ao lado da Park Street Station, no Common). Não é exatamente uma grande escola, mas tem uma estrutura bem legal nas salas . A circulação de estudante é intensa, há muitos coreanos, italianos, japoneses, chineses, mulçumanas(não sei de onde, que sempre que chego para a aula da tarde tenho ficar esperando do lado de fora, pois elas ficam rezando), muitos, muitos brasileiros e um ou outro aluno de nacionalidade diferente.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Visita ao Museum of Fine Arts, Boston





Ontem fui ao museu, ou melhor, visitei o Museum of Fine Arts, de Boston. Como tive aula no período da manhã, passei a tarde andando pelo centro de Boston e descobrindo lugares que vendem arroz!!! Rs, comida chinesa, tá, mas tem arroz.

Depois voltei ao ponto de encontro e a turma deveria ter umas 20 pessoas, por milagre, nenhum brasileiro, mas muitos italianos. Logo na chegada a construção imponente avisou que tem muito o que se ver lá dentro.



Eu gosto de museus e achei esse bem interessante, havia peças originais de civilizações antigas do Egito, Grécia, Itália... além de uma sala com obras de Van Gogh, Monet, Rodin e Renoir, sendo que na mesma sala há papéis e lápis para qualque pessoa que queira desenhar uma modelo viva.



As salas são muito amplas, tanto que havia até colunas montadas. Alguns ambientes as obras se faziam como pinturas no teto. Tudo realmente muito lindo.

Na hora de voltar pra casa, só pra não sair da rotina, acabei me desgarrando do grupo, já que queria ver cada detalhe possível de tantas obras interessantes. Daí, voltei sozinha. Peguei o trem (tb da linha verde, só que E) com destino a Lechmere, fiz a baldeação e voltei. Já era noite, passava das 21h e, como já citei antes, a caminhada rápida é de 15 minutos. Estava uma noite maravilhosa, com um ventinho resfrescante dos deuses. Só que confesso que estava tensa, afinal, sempre tive medo de andar à noite, sozinha então!!! E por aqui, não havia uma viva alma andando pelas calçadas. As pessoas vivem dizendo que não tem perigo, mas éa difícil convencer uma pessoa que mora em São Paulo que lugar completamente seguro existe. Mas deu tudo certo e cheguei bem, difícil mesmo foi abrir a porta, eu parecia um bêbado tentando destrancar uma porta... rs... só falta de costume mesmo.

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

My homestay

Há coisas muito diferentes por aqui. A primeira que notei foi logo na conexão que fiz entre os aeroportos de Miami para o de Boston, o próprio passageiro é quem deve pegar sua bagagem e levar para o vôo seguinte.




As ruas por aqui são muito largas, são imensas. Tudo bem que estou hospedada em Newton, ao lado de Boston, em um bairro considerado subúrbio. Mas é muito interessante poder vivenciar aquilo que sempre vi nos filmes... casas lindas, com jardins enormes, sem nenhum muro separando nada. É tudo muito organizado e limpo.



As pessoas também são muito educadas, se alguém estiver vindo em sua direção e acha que vai esbarrar em você, ela já vem pedindo desculpas.

Escolhi ficar em casa de famíla para ter convivência o máximo possível, falando em inglês. E fiquei muito feliz ao saber que a dona da casa é norte-americana mesmo e professora (sim, ela me corrige), já que a maioria das famílias que aceita estudantes costuma ser de imigrantes, então, vai saber se estão falando corretamente o inglês.

Nancy é uma senhora de uns 70 anos (acho) bem ativa. Dá aulas, faz trabalhos voluntários e ainda recebe estudantes em casa! Às vezes acho que ela está um pouco sem paciência comigo, quando demoro muito a formular frases, mas vai ver que é o jeito seco norte-americano de ser. Mas no geral é acolhedora.

A casa acredito que seja de tamanho médio para os padrões norte-americanos. E Nancy hospeda até quatro estudantes por vez. Por enquanto só tem o Arthur, um francês, que é a cara do Tobey Maguire (que interpretou o último homem-aranha). No primeiro e terceiro dia, meu jantar foi o típico e verdadeiro hambúrguer norte-americano, sempre acompanhado de uma
saladinha de alface. Não é que a bagaça é gostosa!? Curti. Já no segundo dia foi pizza mesmo.

Quando dá um tempinho eu vou xeretar as coisas da casa. Todas as torneiras têm água fria e quente, descobri que o óleo de cozinha é em spray e existe Gatorade em pó! O secador de cabelo tem ar frio e quente também. Ainda não descobri onde fica a lavanderia e todas as vezes que abro as portas dos armários fico espantada com a quantidade de coisas que tem, parece que elas querem pular em você. Eu preciso muito de conhecer um supermercado aqui, deve ser uma loucura.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Detalhes



Hoje foi meu primeiro dia de aula de verdade. Também foi o meu primeiro dia indo para a escola como uma estudante, andando até o Terminal Riverside, Green line D. Pude admirar as ruas e casas tão típicas do subúrbio norte-americano, sem grades, muros ou entulho. Vi jardins, brinquedos, hortas e até um esquilo quietinho... mas não o suficiente para que eu conseguisse sacar minha câmera fotográfica e registrar aquele momento.



Quando estava cruzando o estacionamento do terminal, comecei a observar as placas dos carros. É muito interessante, pois é permitido que as pessoas decorem suas placas, assim, há frases, desenhos e coisinhas coloridas. Tudo bonitinho e, por isso, tirei algumas fotinhos.



Já no trem fui observando a paisagem. Eu que nunca tinha visto um campo de golfe na vida, já perdi as contas de quantos tem pelo trajeto! Cheguei cedo em Boston e aproveitei para curtir um pouco o Common, o parque mais antigo dos Estados Unidos, peguei algumas informações turísticas, sentei e tirei um sanduíche da mochila. Tô adorando esta experiência de poder levar uma vida tão simples. Quando que em plena Praça da Sé eu podeira sentar e comer um sanduíche observando flores, pássaros ou simplesmente olhar a circulação de pessoas?

A minha sala de aula tem 12 alunos sendo cinco brasileiros - fazer o quê? A aula foi sob um tema musical e a professora adora lambada e axé, é mole? Acho que correu tudo bem, vou ligando a tecla SAP aos poucos.

Na volta, como já era de se esperar pelo horário, vim em pé. Mas é uma viagem tranquila e como é verão aqui, está muito quente e demora a escurecer. Cheguei e a Nancy preparou o jantar: típicos hambúrgueres norte-americanos -rs. Vamos ver até quando vou viver sem sentir falta do meu querido arrozinho com feijão!